Chanel, o mito

Se Lalá pudesse ser alguém na moda, seria Gabrielle Chanel. É por isso que, na Semana da Mulher, conto um pouco do charme e da onipresença desta incomparável, salve, salve, estilista. Falar dela não é falar de uma tendência, mas do atemporal. É contar a história de uma menina do campo que superou as adversidades da vida, quebrou paradigmas e mostrou à moda que o menos pode e é mais. Olhando seu guarda-roupa, você vai perceber que existe mais Chanel em seu figurino do que imagina vossa vã filosofia.

Pérola: melhor  amiga da mulher
Gabrielle dormia e acordava com seus colares. Eles eram o arremate glamoroso para suas roupas de cortes simples. Falsas ou verdadeiras? Não importa, o que vale é abusar delas.

Espartilho zero
Nada de aperto. Chanel desejava que suas criações deixassem as mulheres gastando o saltinho pelas ruas com tranquilidade. Por isso, trabalhou uma moda fluida, com a cintura levemente marcada e subiu o tamanho das saias. Conforto é a palavra de ordem.

Nº 5
Dentro de um pequeno frasco art déco está concentrada a essência Chanel. Contam que quando encomendou a fragrância, ela sugeriu: quero um perfume de mulher, com cheiro de mulher. Assim foi feito o badalado Chanel nº 5. E, com apenas duas gotinhas dele e nada mais, dormia Marilyn Monroe. Diva na pele de diva.

Sem limites
Em tempos de guerra, saber lutar em meio às adversidades é trunfo de poucas. Ela tinha esse poder. Soube usar um tecido rejeitado pelo mercado, o jérsei, e fez dele objeto de desejo das it girls. Gabrielle Chanel é Ctrl+C/Ctrl+V eterno!



2 respostas para “Chanel, o mito”

  1. eddysilva30al@hotmail.com::eddy silva::Adoro o assunto moda,principalmente quando ele remente aos aureos tempo da dama da moda(Gabrielle Coco Chanel),que soube como ninguém usar da simplicidade e fazer dela um grande trunfo para o susseco de decadas.Afinal CHANEL é CHANEL.

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